Siga nas redes sociais
Inicial » Poesia
Postado em 20/02/2022
Por Rainey Marinho

"Poesia"Catadores de latas

Hoje acordei com a saudade do que vivemos,  um sentimento bizarro da ausência mórbida da alegria. Aquela paz imensa e sincera que impulsiona e contagia  Abandonou completamente a carne viva e o pensamento   Pois viver ‒ rosa louca dos ventos ‒ precisa necessariamente Buscar em cada pedaço, cada ponta solta, sem amarra ou laço, O profundo embaraço, que transmuta forma em sen...
Continuar lendo
28 Visualizações
Comentários (0)
Postado em 03/12/2020
Por Rainey Marinho

"Poesia"Opereta Biológica

Virtuose, sem lançar os braços ao ar, Não capta a essência do sentimento. Beira o abismo profundo que separa A face enganosa de quem declina, Em cada acorde e nota, a falta essencial ‒ Da verdade.   Baila ocultando às feras controladas Sua verdadeira e sorrateira intenção. O entretenimento asséptico e denso, Ocultando a face maquiavélica do pro...
Continuar lendo
34 Visualizações
Comentários (0)
Postado em 16/11/2020
Por Rainey Marinho

"Poesia"Vento, brisa e viagem

Caprichoso vento que não venta mais, Fez-se brisa leve, suave e fugaz. Caprichosa brisa, para onde tu vais? Vou ao fim do mundo, onde reina a paz, Encontrar o sopro, meu amigo herdeiro Que nasce nas bocas dos homens sós.
Continuar lendo
141 Visualizações
Comentários (0)
Postado em 16/11/2020
Por Rainey Marinho

"Poesia"Tempos Modernos

Caprichosamente, sente e mente. Não que a mentira resida em um “take” Ou aquele maldito sentimento seja “fake”. Dissimula e vive o falso por verdadeiro, Muda a realidade e acredita ‒ penhora a fé ‒, Traduzindo ruído em melodia, e impiedoso Versa a paz, quando semeia a agonia.  Irrestritamente irracional, banal ou boçal, Senil, febril ou tão s&oac...
Continuar lendo
14 Visualizações
Comentários (0)
Postado em 16/11/2020
Por Rainey Marinho

"Poesia"Pluma

A dedução perfeita para um futuro incerto Traz a língua solta, o aconchego da ilusão. Ela brada a certeza distópica que fomenta um presente, senhor e escravo da convicção.  Como queria não saber ou saber-me. Viver a vida feito pluma em brisa leve. Bailar sob o caloroso abraço do ir e vir, Aprisionado ao sopro suave do acaso.  O fardo do conhe...
Continuar lendo
16 Visualizações
Comentários (0)